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segunda-feira, 8 de março de 2010

A SAGA DE PATÁCA Parte IV: PATÁCA E JURACI.

“Não chores se não puderes
teus sonhos realizar:
chora quando não tiveres
mais razão para sonhar”

Foi dessa forma poética que Juraci Siqueira, ilustre poeta e andarilho paraense, brindou e prestigiou a missão de nosso incansável mesário-herói Adegesto Patáca. Juraci manifestou seu apreço e incondicional apoio aos ideais “patacanses”, enchendo Adegesto de orgulho e entusiasmo.


Emocionado com a força das palavras de Juraci, Patáca as interpretou como um presságio: mesmo com o descaso descrente de grande parte da população com o trabalho desenvolvido por ele, não deve chorar ou esmorecer, mas sim continuar sonhando com o dia em que não precisaremos mais de heróis. Assim em meio àqueles descrentes, alienados, apressados ou mesmo aos que se fingem de surdos, Adegesto Patáca segue firme e cada vez mais convencido de que “Quem ri por último, é burro!!!”
Mas nem tudo são flores na saga de Patáca, e se por um lado ele recebeu apoio de um poeta, por outro ele foi ignorado e deixado de lado por outro artista paraense: Pedrinho Calado. Observe a aproximação incrédula de Pedrinho antes da abordagem de Patáca:


Em seguida ele procura um lugar estratégico para sentar e conferir a desenvoltura de nosso herói. Perceba que o ar de desconfiança permanece:


Quando interpelado por Patáca, Pedrinho simplesmente faz uma cara de “quem comeu e não gostou”, e resolve justificar seu sobrenome artístico: mantêm-se Calado, dando as costas em seguida pro nosso mesário, permanecendo assim até a saída de Patáca do recinto. Observe que mesmo quando Patáca já se encontra abordando outra cidadã, Pedrinho permanece de costas, a pretexto de conversas com amigos:


Felizmente Patáca sabe que quem Cala consente. A saga continua...

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